A escolha dos cabeças de lista dos vários partidos enferma de um problema substancial. A proposta dos directórios para a opção é entre nenhuma coisa e, coisa nenhuma!
Temos um dos cabeças de lista que afirma que o sentido da sua vida é jogar golfe e tratar dos netos.
Não obstante, é cabeça de lista em Braga, proposto pelo PSD.
Temos um outro, proposto pelo PS que sem dizer nada, vai deixando por aí que se deixe dizer que vai ser o próximo líder do seu partido.
Recordo-me sempre nestas alturas da espera dos sapatos do defunto!
O do Bloco, nem sei quem seja! Irrelevante.
Quanto ao PCP, escondido na farsa que dá pelo nome de CDU temos um funcionário de partido… Estamos conversados.
Quanto ao CDS, ou PP, nem sei como considerá-lo. Dizem que é aposta forte!
Candidato turístico, não fosse o próprio, antigo responsável pela pasta, vem por estas lindas bandas e terras verdes proclamar como se deve fazer turismo!
Mas atenção! A escolha é para representantes na casa mãe da democracia… Do país! Não de Lisboa.
Turismo é de outra natureza!
Não obstante, o cepticismo inicial da crónica, pela primeira vez em Braga se pode continuar a fazer história.
Temos no distrito eleitoral de Braga um candidato que assumiu de há muito que quer representar o sentir e o viver das gentes do Minho.
Temos alguém que sem ser escolhido pelos directórios “lisboetas” que se auto-representam e por tal não representam coisa alguma se apresentou há muito, se sujeitou há longo tempo ao escrutínio do quotidiano minhoto e que estou certo vai representar bem o sentir deste povo do Minho, parte da nação Lusa.
A escolha deve ser feita de forma serena, mas consciente em alguém que sendo parte de nós, nos pode representar, assumidamente!
A escolha é clara, Manuel Monteiro.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
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